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Pets – A Vida Secreta dos Bichos | Crítica

Muito divertido, pouco emotivo

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(Pets – A Vida Secreta dos Bichos; original: The Secret Life of Pets; 2016; 1h26; Direção: Yarrow Cheney, Chris Renaud, Roteiro: Cinco Paul, Ken Daurio, Brian Lynch, Simon Rich; Elenco: Louis C.K., Eric Stonestreet, Kevin Hart, Jenny Slate, Ellie Kemper, Albert Brooks, Lake Bell)

Já imaginou o que seu bichinho de estimação faz enquanto você está fora de casa? Pensando nisso e em uma grande aventura, nasce Pets – A Vida Secreta dos Bichos, a nova animação da Universal Studios que acerta o tom cômico, ainda que deixe a desejar na comoção, mas consegue criar uma história divertida sobre amizade.

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A trama se centra em Max, um cachorro que conta sua vida com sua dona e de como ele é o “cachorro mais sortudo de Nova York”.  O longa já começa acertando diversos comportamentos que podemos observar em cachorros: o apego aos donos, as posições em que ficam, em como parecem achar que o dono é o centro de tudo e na solidão quando eles vão embora “todo dia”, para algum lugar estranho, e o que resta é esperar.

Até que um dia a dona de Max traz um novo cachorro para casa, um mestiço enorme chamado Duke, e a vida de Max vira de cabeça para baixo, pois acredita que seu lugar como pet favorito está ameaçado.

Após desentendimentos, os cachorros se perdem e são forçados a se juntar a revolução de ex-pets que foram rejeitados por diversos motivos e agora desejam vingança. Cabe aos amigos de Max tentar resgatá-los.

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Pets sabe aproveitar bem seus pontos fortes, a personalidade distinta de cada animal, que muito condiz com os peludos que conhecemos e amamos na vida real. Cada um dos personagens é bem único e divertido por si só, e o ambiente em que estão reflete isso: a cachorrinha mais ‘dondoca’ mora em um lindo apartamento mobiliado por designers, enquanto Max mora num apartamento mais singelo.

A adição de outros animais também é de grande valia: são hamsters, cobras, tartarugas, passarinhos, coelhos e até um gavião, que tornam o filme mais saboroso e diverso. A parte do apartamento do cachorro que conhece todo mundo é um dos pontos altos.

A paleta de cores, como em diversos filmes da Universal, são muito coloridas – exceto as partes do esgoto, claro, e as que querem passar medo, que apostam nos tons verde e cinza, trazendo uma certa claustrofobia ao público também, de forma acertada.

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Entretanto, Pets poderia ser melhor se fosse um pouco mais ambicioso: diferente da concorrente Pixar, que parece querer que o público chore a cada filme, a Universal aposta mais no cômico – e só. Pets lembra muito o primeiro Toy Story, mas sem a carga emocional que tornou o filme um clássico, pois os pontos emotivos são tratados rapidamente e as redenções são rápidas e fáceis demais. A parte mais ‘gracinha’ fica por conta do final mesmo, e vocês descobrem no cinema.

Ainda assim, Pets faz um excelente trabalho em divertir e com certeza merece uma sequência que possa explorar mais os personagens criados, e pode, com isso, apostar em uma história maior também.

PS: Tem uma cena no meio dos créditos.

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